O INSS cometeu um erro histórico no cálculo de quem teve múltiplas fontes de renda (atividades concomitantes). Descubra agora se você está deixando dinheiro na mesa e se tem direito a receber valores atrasados.
Imagine que você trabalhou como CLT em uma empresa e, no mesmo período, foi autônomo ou deu aulas à noite. Você pagou INSS sobre ambas as rendas, certo?
A lógica diz que o INSS deveria somar os dois salários para calcular sua aposentadoria. Mas, por muito tempo, não foi isso que aconteceu.
"O INSS considerava apenas a sua atividade principal integralmente e aplicava um redutor drástico na sua segunda renda. O resultado? Uma aposentadoria muito menor do que você pagou para ter."
A justiça já reconheceu que esse cálculo é injusto. A grande dúvida é: O seu benefício foi afetado por esse erro?
Somas que não refletem a realidade das suas contribuições ao longo dos anos.
Aposentados deixam de receber centenas de reais todos os meses sem saber.
A revisão pode gerar o pagamento de valores retroativos de até 5 anos.
O STJ já definiu que a soma integral dos salários é um direito do segurado.
Responda mentalmente a estas perguntas. Se você disser "sim" para pelo menos duas delas, é essencial consultar um especialista.
Exemplo: Professor em duas escolas, médico em dois hospitais, etc.
O recolhimento duplo como contribuinte individual e empregado é um forte indicativo.
A lei mudou em 2019. Benefícios concedidos antes disso (ou com base no direito adquirido) são os mais afetados pelo cálculo incorreto.
Você tem um prazo máximo de 10 anos a partir do primeiro dia do mês seguinte ao recebimento da sua primeira aposentadoria para pedir essa revisão. O relógio está correndo.
Uma análise técnica da sua Carta de Concessão e do seu CNIS é o único jeito de ter certeza se você tem valores a receber.
Não deixe o seu dinheiro na mesa. Fale diretamente com nossa equipe no WhatsApp para analisarmos o seu caso sem compromisso.
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